ABERTURA

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Astrônomos encontram Planeta 'Errante' a cem anos-luz da Terra





                                      Impressão artística do planeta errante CFBDSIR
(Foto: ESO/L. Calçada/P. Delorme/Nick Risinger)

  Corpo celeste não orbita nenhuma estrela e vaga pelo Universo. 
Estudo do objeto pode dar informações sobre como os planetas se formam.
Do G1, em São Paulo


Astrônomos localizaram o que eles acreditam que seja um planeta “errante” que pode ser o mais próximo do Sistema Solar já encontrado, situado a cerca de cem anos-luz da Terra. Planeta “errante” é aquele que não gira em torno de nenhuma estrela e, portanto, vaga a esmo pelo Universo.

Os planetas errantes não chegam a ser uma novidade para a ciência. Foram descobertos na década de 1990 e sua existência já foi descrita em inúmeros artigos científicos. A peculiaridade do atual estudo é a relativa proximidade do corpo celeste, que facilita o seu estudo.

Philippe Delorme, autor principal do estudo, explicou que é mais fácil estudar um planeta quando ele está isolado, pois as estrelas acabam ofuscando os planetas que a orbitam. Delorme liderou a pesquisa do Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês), projeto que conta com a participação do Brasil.

Assim, a pesquisa serve como uma maneira de melhorar a compreensão sobre como são formados os exoplanetas – como são chamados os planetas situados fora do Sistema Solar. As características observadas nestes planetas errantes podem estar presentes também em planetas que orbitam estrelas, potenciais candidatos a abrigar vida fora da Terra.

O planeta recém-localizado foi chamado de CFBDSIR2149. O próximo passo é descobrir mais informações sobre a atmosfera do planeta. Eles pretendem ainda, com essas informações, determinar se o planeta se originou de um grupo estelar vizinho, conhecido como AB Doradus, e quando ele se separou desse grupo

Fonte;ASTRONOMICANDO Boletim de Noticias do Observatório Monóceros

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Telescópio Hubble capta aglomerado de estrelas a 25 mil anos-luz da Terra



Imagem divulgada pelo telescópio Hubble, da Nasa, mostra interior do aglomerado globular NGC 6362, que fica a 25 mil anos-luz da Terra (Foto: Nasa)

Do G1, em São Paulo
 

segunda-feira, 5 de novembro de 2012


 A agência espacial americana (Nasa) divulgou nesta segunda-feira (5) uma imagem feita pelo telescópio Hubble do centro do aglomerado globular de estrelas NGC 6362, localizado a 25 mil anos-luz da Terra, com uma grande diversidade de astros com diferentes cores.

A imagem foi feita através de uma combinação de imagens ultravioleta, visuais e infravermelhas.

Os aglomerados globulares são um conjunto de estrelas muito velhas, com idade média de 10 bilhões de anos, e abrigam centenas de milhares de corpos celestes. Segundo a Nasa, atualmente os cientistas conhecem pouco mais de 150 aglomerados como o NGC 6362 na Via Láctea.
Fonte; Astronomicando Boletim de Noticias do Observatório Monoceros.


sexta-feira, 2 de novembro de 2012

As Supernovas mais Distantes já Encontradas



Simulação de uma supernova 'superluminosa' (à esquerda) no ambiente dos primórdios do Universo (Foto: Adrian Malec e Marie Martig/Swinburne University)
 Uma equipe internacional de cientistas anunciou nesta quarta-feira (31) a descoberta do que podem ser as supernovas mais distantes já encontradas. Uma supernova é a explosão de uma estrela, que ocorre no fim da vida desse astro.

 As duas supernovas encontradas pela equipe liderada por Jeff Cooke, da Universidade Swinburne de Tecnologia, em Hawthorn, na Austrália, foram chamadas de “superluminosas”. Elas são entre dez e cem vezes mais brilhantes que os tipos mais comuns de supernovas.

 Por serem muito distantes, os fenômenos descritos na revista científica “Nature” são também muito antigos. As explosões ocorreram há mais de 10 bilhões de anos, portanto até 3 bilhões de anos depois do Big Bang, explosão que deu início ao desenvolvimento do Universo, segundo a teoria vigente.
 Os cientistas ainda não sabem explicar exatamente a origem das supernovas detectadas, mas acreditam que seja o resultado da explosão de estrelas muito massivas, causada por reações ocorridas dentro de átomos.
Fonte; ASTRONOMICANDO Boletim de noticias do Observatório Monoceros